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	<title>visofonia</title>
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	<description>produção audiovisual, para a oficina de televisão</description>
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		<title>big brother copa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>visofonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com tantas câmeras apontadas para todos os lados e de tão alta definição nenhum movimento passa despercebido nesse Mundial. Os músculos do jogador, visivelmente, se contraem, enquanto ele salta para cabecear. A bola, ao seu toque, se deforma e vai para o gol, onde um goleiro com expressão de terror no rosto observa sua trajetória [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=visofonia.wordpress.com&amp;blog=10664438&amp;post=98&amp;subd=visofonia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com tantas câmeras apontadas para todos os lados e de tão alta definição  nenhum movimento passa despercebido nesse Mundial.</em></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://visofonia.wordpress.com/2010/07/05/big-brother-copa-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/dCpVev9clO8/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Os músculos do jogador, visivelmente, se contraem, enquanto ele salta  para cabecear. A bola, ao seu toque, se deforma e vai para o gol, onde  um goleiro com expressão de terror no rosto observa sua trajetória  atentamente. Quem poderia ver isso? Jogadores, árbitros, bandeirinhas,  gandulas e você. Espera um pouco&#8230; Você? Sim! Você. O sistema de  câmeras utilizado pela FIFA na Copa do Mundo da África do Sul este ano  permite isso. Tem câmera e efeito para todos os gostos: a Spidercam,  para quem gosta de acompanhar as coisas de cima; a Sony 3D para quem  gosta de se sentir parte integrante dos jogos; e o efeito Super Slow  Motion, que dá o gostinho de se ver lentamente os melhores, e os não tão  melhores, lances do jogo.<span id="more-98"></span></p>
<p>Localizado em Johannesburgo está o Centro Internacional de Transmissão (IBC), de onde saem para mais de 200 países as imagens dos jogos da Copa do Mundo. No que se assemelha a um galpão de mais de 30 mil metros quadrados está instalado o que há de mais novo, moderno e caro que existe atualmente no mundo da televisão. A função de todos os equipamentos, tais como salas de som, mesa de edição digitais, câmeras de alta definição e um grande sistema de computadores para transmissão de dados, é de receber e retransmitir todas as imagens e sons e tudo o que acontece nos estádios sul-africanos.</p>
<div id="attachment_105" class="wp-caption alignleft" style="width: 262px"><a href="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/maradona.jpg"><img class="size-full wp-image-105" title="Maradona" src="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/maradona.jpg?w=450" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Expressão do técnico Maradona, enquanto perdia por 3 a 0 da Alemanha</p></div>
<p>Não podemos deixar de dar maior destaque às novas tecnologias relativas às câmeras utilizadas neste Mundial, pois elas são responsáveis pelo o que vemos todos os dias em nossas casas e pela mudança no conceito de qualidade de imagem. Em cada estádio estão instaladas, em média, 30 câmeras de alta definição, sendo que algumas delas estão destinadas a captar imagens da expressão dos técnicos ou um jogador em especial, imagens da torcida, etc. A maior novidade são as câmeras Super Slow Motion responsáveis pelos efeitos que tanto impressionam os telespectadores.</p>
<p><strong>Sony 3D</strong></p>
<p>A Sony, patrocinadora da Copa, é claro, não perdeu a chance e levou suas câmeras 3D para fazer algumas imagens e mostrá-las a todo o mundo. A empresa japonesa instalou arenas, nas quais exibirá as imagens 3D, em sete cidades ao redor do globo: Berlim, Cidade do México, Paris, Roma, Sydney,  e Rio de Janeiro. A seleção dos lugares foi feita conforme o grau de popularidade do futebol nos países. Não serão exibidos, contudo, jogos inteiros, apenas os melhores momentos de jogos já encerrados, como num compacto. No Rio, a arena está instalada na praia de Copacabana.</p>
<div id="attachment_99" class="wp-caption alignleft" style="width: 249px"><a href="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/sony3d2.jpg"><img class="size-medium wp-image-99" title="Sony3D" src="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/sony3d2.jpg?w=239&#038;h=179" alt="" width="239" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Arena Sony, montada e projetada para exibição de compactos em 3D</p></div>
<p>Estas câmeras funcionam de forma análoga ao olhar humano, com duas lentes que captam a mesma cena de pontos distintos. A ilusão de tridimensionalidade é dada pela sobreposição das imagens. Para que o efeito seja mais verossímil, deve haver um espaço de mais ou menos 6  centímetros entre uma lente e outra, como acontece com os nossos olhos. O efeito 3D, aparentemente é a nova tendência do mercado audiovisual, visto que grandes empresas como a Sony e a Fuji têm investido em peso nesta tecnologia.</p>
<p><strong>Super Slow Motion</strong></p>
<div id="attachment_100" class="wp-caption alignleft" style="width: 244px"><a href="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/superslow.jpg"><img class="size-medium wp-image-100" title="superslow" src="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/superslow.jpg?w=234&#038;h=172" alt="" width="234" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Jogador alemão comemora o gol em imagem capturada da câmera super lenta</p></div>
<p>Sabe aquele efeito que sempre utilizam quando o campeão comemora um gol, no qual a velocidade de seus movimentos é diminuída ? Aqui no Brasil, ele recebe o nome de câmera lenta. Nos Estados Unidos, slow motion. O efeito, na verdade, consiste, simplesmente, em aumentar a duração das cenas, o que pode ser conseguido durante a filmagem ou durante a edição. Na Copa do Mundo, têm-se utilizado o primeiro truque para dilatar o tempo de gols, lances bonitos, e, até certo tempo atrás, jogadas polêmicas.</p>
<p>Como se não bastasse o efeito de slow motion, as câmeras também têm conseguido flagrar cenas que, para os padrões tradicionais de filmagem, seriam impensáveis. Como no caso do técnico da seleção alemã, Joachim Löw, que foi flagrado no banco, comendo (argh!) meleca de nariz durante um dos jogos da Copa. Foi o caso também de muitas jogadas que, segundo imagens exibidas posteriormente, deveriam ser invalidadas e não foram, como o segundo gol do Brasil contra a seleção da Costa do Marfim, ainda na primeira fase da Copa, no qual o jogador Luís Fabiano ajeitou a bola com o braço antes de mandá-la ao gol. O lance foi validado pelo juiz que, após vê-lo reprisado no telão, perguntou ao jogador se ele havia mesmo ajeitado a bola com o braço.</p>
<p><strong>Spidercam</strong></p>
<div id="attachment_101" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/spidercam1.jpg"><img class="size-medium wp-image-101" title="Spidercam1" src="http://visofonia.files.wordpress.com/2010/07/spidercam1.jpg?w=300&#038;h=192" alt="" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Vista aérea - da Spidecam - no jogo Argentina x Alemanha</p></div>
<p>Com a ajuda de quatro cabos, passando por cima das cabeças dos jogares, a Spidercam tem esse nome por se assemelhar a uma aranha na teia. A câmera, que está sendo utilizada pela primeira vez numa Copa do Mundo e tem potencial para fazer imagens parecidas com as de um videogame, vem sendo subutilizada, segundo seu criador, o austríaco Jens Peters. Devido ao conservadorismo da Fifa e a questões de segurança, a câmera só foi autorizada a chegar a 25 metros do chão nos jogos, quando já chegou a 2 metros em um estádio na Itália. As expectativas são que essa tecnologia seja melhor aproveitada nos jogos de 2014.</p>
<p><strong>Câmeras no Brasil</strong></p>
<p>O destaque para a Copa no Brasil em 2014 é a tecnologia 4k3D, considerada superior ao 3D comum em termos de resolução. A tecnologia foi apresentada no evento Casa Brasil em Johannesburgo, no qual foi exibido o primeiro vídeo feito com a câmera, um jogo entre Grêmio e Internacional. Além da alta definição, a nova tecnologia traz uma velocidade de transmissão muito superior às convencionais, valendo-se da difusão via fibras fotólicas. A diferença entre o momento em que uma cena é filmada e o momento em que ela é exibida é de aproximadamente 60 milésimos de segundo. Este aprimoramento e os já utilizados durante a Copa deste ano têm tudo para serem aproveitados pelo Brasil. Agora é esperar pra ver como essas coisas vão se dar aqui.</p>
<p style="text-align:right;">Camila Rizzotti e Décius Diniz</p>
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		<title>indústria fonográfica, pirataria e novas tecnologias</title>
		<link>http://visofonia.wordpress.com/2009/12/05/industria-fonografica-pirataria-e-novas-tecnologias-3/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 15:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>visofonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Discussão no festival Eletronika 2009 abordou passado, presente e futuro da música sobre diferentes perspectivas: “Depois de um debate como este, a que conclusões nós podemos chegar?” - A nenhuma brother! &#8211; foi à resposta de Rafael Ramos, da gravadora Deckdisc. Um tanto desconcertante, mas não deixa de ser, parcialmente, verdade. Em parte, porque o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=visofonia.wordpress.com&amp;blog=10664438&amp;post=84&amp;subd=visofonia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discussão no festival Eletronika 2009 abordou passado, presente e futuro da música sobre diferentes perspectivas:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://visofonia.wordpress.com/2009/12/05/industria-fonografica-pirataria-e-novas-tecnologias-3/"><img src="http://img.youtube.com/vi/NnPCzQFNSPY/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>“Depois de um debate como este, a que conclusões nós podemos chegar?”</p>
<p>- A nenhuma brother! &#8211; foi à resposta de Rafael Ramos, da gravadora Deckdisc. Um tanto desconcertante, mas não deixa de ser, parcialmente, verdade. Em parte, porque o futuro da música é realmente um mistério, e tentar prevê-lo com precisão não parece sensato. Mas o festival trouxe convidados muito interessantes às discussões.</p>
<p><span id="more-84"></span></p>
<p>Nos dois primeiros dias, a palestra de André Midani, ícone da indústria fonográfica no século passado, e o debate de Benoni Hubmaier (YB Music) e Rafael Ramos (Deckdisc), mediado por Douglas Vieira, apresentaram alguns pontos de contato.</p>
<p>O primeiro é um tanto óbvio: as indústrias fonográficas não podem ficar nos mesmos moldes dos de 20 anos atrás. André Midani responsabilizou as gravadoras por isso: “os tecnocratas não sabem muito sobre arte”. Para Midani, faltou sensibilidade tanto no tratamento do artista como para captar as mudanças tecnológicas. Já Rafael Ramos chegou a dizer que “o que havia há 20 anos era uma farra. Os coroas podem implicar comigo, mas é verdade”. Benoni falou de sua experiência: “Não somos gravadores, somos produtores”. Ele disse que a YB Music sempre investiu num som mais alternativo, e que o principal papel dela é firmar o artista.</p>
<p>Outro ponto é a constatação da pirataria ameaçando a música. Assunto que rende bastante polêmica, mesmo no campo da ética. Revender um produto falso que outra pessoa produziu vem deixando de ser o caminho mais fácil. Midani responsabilizou principalmente o grande mercado chinês e Rafael relativizou a prática: “vamos pôr na conta do economicamente inviável”. E o que dizer dos downloads gratuitos da internet? Para Midani, o erro das indústrias foi transformar os jovens em inimigos. A real ameaça vem das fábricas de softwares e hardwares. Ele também afirmou que o downlaod não é uma grande ameaça para o artista consolidado, e sim pra o novo, “talvez porque, ao invés de fazer show pra vender CD, o músico vende CD pra fazer show.” Benoni, pelo contrário, acredita numa utilização do download gratuito como tática de divulgação para novos artistas, mas vê como insustentável a produção musical gratuita. Já Rafael foi enfático em dizer que é responsabilidade de todos, especialmente dos artistas, “não falarem merda”. Ele condenou a atitude do Forfun em se orgulhar de suas músicas terem batido recordes de download, tudo de graça: “Pior é que eles tiraram uma onda fudida com isso.”</p>
<p>A revolta de Rafael, que trabalha neste segmento, põe em pauta mais uma questão: como o mercado ajuda o músico? E como ele atrapalha? Midani apontou o último século como um fracasso das grandes indústrias, que transformaram as composições da música em processos judiciais. Benoni ressaltou a falta de limites com o advento da internet: “Antes as lojas de música tinham a limitação do espaço. Agora tudo pode ser publicado, mas é mais difícil ser acessado”. As gravadoras continuariam tendo, então, o papel de dar visibilidade para o artista.</p>
<p>E o futuro? Bem, Midani pôs nas mãos dos jovens, e mesmo com toda sua experiência não se arriscou a grandes profecias. O que é certo é que a música não vai morrer. Resta saber como ela vai viver.</p>
<p style="text-align:right;">Gáudio Luiz</p>
<p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> </span></p>
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		<title>mutantes?</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 13:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>visofonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[haih or amortecedor]]></category>
		<category><![CDATA[mutantes]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.4108916' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='sameDomain' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' width='425' height='350' /> </span></p>
<p>Muito tempo se passou depois do grande sucesso que Os Mutantes fizeram no Brasil e no exterior. A banda hoje tem lugar privilegiado na música brasileira em virtude da obra significativa que Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias construíram nos anos 60 e 70. Mas Os Mutantes estão aí até hoje, você sabia? Sem Rita Lee, sem Arnaldo&#8230; então, apenas com Sérgio Dias da emblemática formação original, essa banda seria mesmo Os Mutantes?</p>
<p><span id="more-68"></span></p>
<p>É uma questão de ponto de vista. Alguma coisa dos Mutantes dos anos 60 e 70 falta aos de hoje. A começar pelas vozes de Rita Lee e Arnaldo Baptista, ambas muito marcantes. Reunir a formação original seria impensável atualmente e eles até tentaram em 2006. Mas Rita recusou de cara, a briga com Arnaldo deve ter sido muito feia mesmo nos anos 70. Além disso, entre as gerações mais novas, talvez, a cantora seja mais famosa do que o grupo que a projetou. Por que voltar? Já Arnaldo Baptista voltou em 2006, mas saiu no ano seguinte. O cara não tem mais condições psicológicas para integrar a banda, OK, não que deva voltar, mas faz falta para os Mutantes, em comparação ao passado.</p>
<p>Outro ponto que destacava a música do grupo antigamente era o uso que eles faziam dos teclados e sintetizadores, uso esse que era um dos responsáveis pelo rótulo de rock psicodélico que ganharam. Ouvindo o último disco, Haih or Amortecedor (2009), nem de longe nota-se esse instrumento sendo explorado da mesma maneira.</p>
<p>Agora, deixando um pouco de lado as figuras emblemáticas de Rita, Arnaldo e seus teclados marcantes, o que essa nova formação tem de Mutantes? Muitas características foram mantidas e, ao mesmo tempo que o grupo mantém sua identidade sonora, mostra uma certa inovação no recente trabalho. Na verdade, inovar sempre foi uma marca de sua identidade, como, por exemplo, os vocais, que sempre foram muito diferentes do convencional, continuam com essa característica. Se no passado era o “glub, glub, glub” na emblemática “Virgínia” e o “brrrrrrrrrr” na clássica “Balada do Louco”), hoje em dia, para conferir a manutenção desse diferencial, basta ouvir o refrão de “O Careca”, composição que Jorge Ben Jor fez para o novo álbum da banda.</p>
<p>Mais um traço singular da música dos Mutantes era a grande variação rítmica que era feita dentro de uma mesma canção, aquela sensação que você tem de que está com várias músicas na cabeça e quando vai parar para ouvir o disco são vários trechos da mesma canção. E isso continuou no Haih or Amortecedor! Um ótimo exemplo é a faixa “2000 e agarraum”, que transita entre um baião daqueles, uma música de circo e um ritmo latino mais cadenciado, parecido com uma salsa, ou uma rumba talvez&#8230; uma verdadeira salada rítmica, bem Mutantes mesmo.</p>
<p>Há canções também que realmente não soam como Mutantes, que parecem mais com o que as bandas de pop rock andam fazendo há alguns anos. Mas isso é bem dividido ao longo do álbum e, bem dosado, acho que é benéfico para banda e demonstra uma maturidade musical apurada ao agregar novos elementos, novos para eles. A inovação continua presente.</p>
<p>Ouvimos também trechos de letras em inglês (como eles sempre fizeram em canções como “Baby”, “Panis Et Circenses” e &#8220;Virgínia&#8221;) e o “Samba do Fidel”, que foi escrita em espanhol. Não sei se isso é feito só porque o Sérgio Dias gosta ou pela demanda e tentativa de ampliação da inserção da banda no exterior. Me parece mais a segunda opção porque o disco foi lançado primeiramente nos Estados Unidos e pelo selo Anti-Records, estadunidense.</p>
<p>Ainda vale destacar que, mesmo com dois vocalistas (Bia Mendes e Fábio Recco) além de Sérgio Dias, ele é quem canta a maioria das músicas, o que já era recorrente quando o grupo ainda contava com Rita Lee e Arnaldo Baptista. Por fim, pra você que estava acostumado a pensar que Os Mutantes eram Rita, Arnaldo e Sérgio, eu pergunto: Sérgio, Bia Mendes, Fábio Recco, Vinícius Junqueira (baixo), Dinho (bateria) e companhia são de fato Os Mutantes? Você é que sabe!</p>
<p style="text-align:right;">Otávio Zonatto</p>
<p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> </span></p>
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		<title>um celular com câmera na mão&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:31:56 +0000</pubDate>
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<p>Você já imaginou que as fotos e os filmes que são feitos no seu celular podem ser arte? Essa foi uma das propostas do 4º festival internacional de mídias móveis, mais conhecido como arte.mov, que aconteceu entre os dias 11 e 15 de novembro de 2009, em Belo Horizonte. Entre as atrações do evento, destaca-se a exibição de curtas e longas-metragens e a exposição de trabalhos audiovisuais que tiveram como temática principal a questão das geografias imaginárias.</p>
<p><span id="more-51"></span></p>
<p>Até há pouco tempo atrás, as criações artísticas que utilizam técnicas de imagem e som estavam um pouco restritas a pessoas que veem na arte uma profissão, ou seja, aqueles que faziam ensaios fotográficos ou produções cinematográficas como seu ganha-pão. A partir do momento em que o aparelho móvel deixou de ser usado apenas para ligações telefônicas e também se tornou um instrumento para tirar fotografias ou filmar vídeos, qualquer indivíduo que tenha um celular com câmera na mão pode criar esse tipo de arte. E muito do que é produzido apenas por hobby ou talvez como um modo de registrar um momento marcante é tão experimental e inovador que pode ser considerado artístico. Dessa maneira, a evolução tecnológica desse meio de telecomunicação, além de proporcionar mais um grande passo para a tão almejada convergência de mídias, contribuiu substancialmente para a inseção de indivíduos leigos – em relação ao artístico – naquilo que chamamos de arte em suportes móveis. Iniciativas como o arte.mov demonstram que ainda existem pessoas interessadas em investir nessa cultura dita popular, ao invés de somente terem olhos para o que é elitizado ou erudito.</p>
<p>Então, pegue logo seu telefone celular, e entre uma chamada e outra, filme e fotografe tudo o que estiver à sua volta que ache interessante. Quem sabe, um dia, algo que tenha sido executado por você tenha destaque em um festival de cinema e foto em mídias portáteis. Para isso, talvez nem seja necessário uma ideia na cabeça. Ou não…</p>
<p style="text-align:right;">Widller Maciel</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/visofonia.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/visofonia.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/visofonia.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/visofonia.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/visofonia.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/visofonia.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/visofonia.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/visofonia.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/visofonia.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/visofonia.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/visofonia.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/visofonia.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/visofonia.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/visofonia.wordpress.com/51/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=visofonia.wordpress.com&amp;blog=10664438&amp;post=51&amp;subd=visofonia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>revitalizar o eletronika</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 00:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>visofonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eletronika 2008]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[revitalização]]></category>

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		<description><![CDATA[O festival Eletronika vinha fugindo um pouco de seus objetivos principais. Tanto que em 2009, teve como proposta retornar às origens. Desde o início, sempre buscou revelar artistas, num cenário mais alternativo. O local de cada edição é preferencialmente escolhido em nome de uma revitalização arquitetônica de Belo Horizonte. Além disso, o intercâmbio com outros [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=visofonia.wordpress.com&amp;blog=10664438&amp;post=31&amp;subd=visofonia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://visofonia.wordpress.com/2009/11/27/revitalizar-o-eletronika/"><img src="http://img.youtube.com/vi/aFbEFDnEILw/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>O festival Eletronika vinha fugindo um pouco de seus objetivos principais. Tanto que em 2009, teve como proposta retornar às origens. Desde o início, sempre buscou revelar artistas, num cenário mais alternativo. O local de cada edição é preferencialmente escolhido em nome de uma revitalização arquitetônica de Belo Horizonte. Além disso, o intercâmbio com outros países e a discussão das novas tendências tecnológicas é marca registrada do festival.</p>
<p><span id="more-31"></span></p>
<p>Em 2008, o evento teve como temática o centenário da imigração japonesa, trazendo brasileiros descendentes de japoneses, como o paulista Maurício Takara. Além disso, a japonesa Maki Nomiya, da banda Pizzicato Five, marcou presença cantando com Fernanda Takai. A mineira foi escolhida obviamente pelo tema, (sendo ela descendente de japonesa), e não por ser uma nova tendência. A cantora tem uma carreira consolidada e um status popular, com um espaço significativo no mercado.</p>
<p>Uma presença mais questionável foi a banda PexbaA. O grupo se apresentou pela quarta vez no Eletronika, sendo uma opção interessante como som alternativo, mas fechando a porta pra novidades.</p>
<p>Por fim, o local não foi uma boa escolha, pois é incompatível para um festival que se propõe revitalizar a arquitetura de Belo Horizonte. O Palácio das Artes não é a melhor escolha se comparado com outros lugares onde já foi realizado o evento e que tem maior necessidade de revitalização.</p>
<p>Reinventar o festival é um desafio que começou em 2009, e que deve continuar nos próximos anos em busca de uma melhor expressão dos ideais de fundação desta iniciativa cheia de história, realizações e perspectivas. O risco de cair na mesmice é real, o esforço de manter em pauta as novas tendências também.</p>
<p style="text-align:right;">Gáudio Luiz</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/visofonia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/visofonia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/visofonia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/visofonia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/visofonia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/visofonia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/visofonia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/visofonia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/visofonia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/visofonia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/visofonia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/visofonia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/visofonia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/visofonia.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=visofonia.wordpress.com&amp;blog=10664438&amp;post=31&amp;subd=visofonia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>um pouco do eletronika 2009 (e a nossa saga!)</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 03:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>visofonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eletronika 2009]]></category>
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		<description><![CDATA[[vodpod id=Groupvideo.4009115&#38;w=425&#38;h=350&#38;fv=] 

Uma cobertura um tanto quanto atrasada do Eletronika 2009 é o que temos aqui. Prefiro nem chamar de cobertura, mas de um “apanhado” do que Otávio (eu), Widller e Gáudio, autores desse blog, conseguiram registrar no evento naqueles dias 5 e 6 de novembro.

A pressão era grande, estávamos lá, com uma câmera digital bem mais ou menos na mão e um celular pior ainda. Clique aqui se quiser saber como nós tentamos nos virar.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=visofonia.wordpress.com&amp;blog=10664438&amp;post=15&amp;subd=visofonia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_end --><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.4009115' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='sameDomain' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' width='425' height='350' /></p>
<p>Uma cobertura um tanto quanto atrasada do Eletronika 2009 é o que temos aqui. Prefiro nem chamar de cobertura, mas de um “apanhado” do que Otávio (eu), Widller e Gáudio, autores desse blog, conseguiram registrar do evento naqueles dias 5 e 6 de novembro.</p>
<p>A pressão era grande, estávamos lá, com uma câmera digital bem mais ou menos na mão e um celular pior ainda. Despreparados, sem a mínima ideia do que fazer e por onde começar. Tínhamos uma orientação, sim. A princípio era descobrir TUDO sobre TUDO (pela internet) do que estava na programação do evento. Tendo falhado na primeira missão, tínhamos agora que descobrir onde as coisas estavam acontecendo.</p>
<p><span id="more-15"></span></p>
<p>Confesso que muitas coisas aconteceram e nós não vimos nem registramos, ainda mais depois de conferir as produções dos outros grupos. Assistimos ao documentário sobre a vida de Arnaldo Baptista, Loki, interessantíssimo. Isso foi no dia 5. Nos sentíamos até melhores, mas no final do dia ainda não tínhamos nada que pudesse ser muito bem aproveitado. Tínhamos muitas imagens do show do Black Drawing Chalks (e depois tínhamos também do Virna Lisi), mas não conseguimos falar com os caras, o que fez com que o esforço de termos filmado várias cenas do show fosse (quase) todo por água abaixo. E todos os grupos com 200 ideias na cabeça, entrevistando várias pessoas.</p>
<p>Já eram nossas últimas horas no Centro Cultural 104 naquela quinta feira, o Widller, dono do celular que gravava o áudio de nossas entrevistas, já tinha ido embora; ou seja, uma cabeça a menos para pensar e sem celular para captar o áudio razoavelmente. Eu e o Gáudio, cansados, desanimados e quase indo embora. Olhávamos para o palco a esmo, acompanhando a preparação para o show do Virna Lisi. Eis que o Gáudio fala para mim: “Zonatto, olha quem está atrás de você!”. Quando eu olho para trás e vejo o Rogério Flausino. Temos que entrevistá-lo, vamos! E assim fizemos, foi aí que até bateu um otimismo. Enfim, tínhamos algum material.</p>
<p>Mesmo assim, no segundo dia não nos restou muito a fazer. Muita gente já tinha falado com Aluizer Malab, o coordenador do evento, e não seria nada de diferente entrevistá-lo. Mas deixar de ouvir o cara que estava por trás de tudo aquilo também não seria muito inteligente. Fomos conversar com ele, felizes da vida, fizemos até perguntas boas, acho. OK, mais alguma coisa de relevante a gente tinha.</p>
<p>Com idéias, mesmo que vagas, na cabeça, entrevistamos também Benoni Hubmaier (da YB Music) e Rafael Ramos (da Deckdisk; que nem entrou nesse vídeo) depois do debate que ocorreu entre eles no dia 6, sobre a distribuição da música e o papel das gravadoras hoje. Como eu disse, tínhamos ideias vagas, mas seguimos firme nelas, orientamos as perguntas de nossas entrevistas por elas.</p>
<p>Na hora de escolher o que fazer, analisando o material, vimos que o tema em comum entre as entrevistas era o festival Eletronika 2009 e não podia ser outro o tema da nossa primeira matéria.</p>
<p>Não vou contar a saga toda aqui, pois não quero me alongar tanto num texto para um blog, mas passamos muita raiva, ao não conseguir falar com o Miranda, por exemplo, isso sem falar no que foi o processo de edição. Demorou dias! Mas ficou pronto. Ah, e é claro, não posso deixar de destacar o tamanho da dificuldade que tivemos para traduzir o que o Flausino falou na hora de editar. O ambiente estava um tanto barulhento no momento da entrevista, a captação de som da câmera é horrível (já estávamos sem celular) e o cara ainda é mineiro (nada contra, mas ele fala cortando as palavras) e se enrolou algumas vezes na fala&#8230; foi sensacional! Sorte que o Widller entendeu quase tudo que ele disse, não sei como. Isso sim é trabalho em grupo! Sem mais delongas, essa foi a nossa “saga” no Eletronika 2009.</p>
<p style="text-align:right;">Otávio Zonatto</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/visofonia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/visofonia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/visofonia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/visofonia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/visofonia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/visofonia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/visofonia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/visofonia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/visofonia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/visofonia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/visofonia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/visofonia.wordpress.com/15/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/visofonia.wordpress.com/15/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/visofonia.wordpress.com/15/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=visofonia.wordpress.com&amp;blog=10664438&amp;post=15&amp;subd=visofonia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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